O que é uma plataforma TPRM operacional?
Uma plataforma TPRM operacional é a que mantém o programa de gestão de riscos de terceiros funcionando no dia a dia, e não só na avaliação inicial: reavaliação disparada por evento e por criticidade, evidência versionada para auditoria e painel com a cadeia de terceiros classificada por risco. Na Tripla, esse ciclo é operado na plataforma Autoritas TPRM.
Por que a avaliação inicial não basta
O que quebra um programa TPRM em escala não é a avaliação inicial, é a manutenção. Um questionário respondido há dezoito meses não diz nada sobre o risco de hoje. Compliance tradicional verifica se o terceiro tem documentação básica; TPRM avalia, classifica e monitora continuamente o risco do terceiro em múltiplas dimensões (privacidade, segurança e integridade), com critérios auditáveis e plataforma de gestão.
Como funciona a operação contínua
A operação contínua depende de três coisas: (1) reavaliação disparada por evento e por criticidade, em vez de um calendário único; (2) evidência versionada, para que a auditoria não dependa de memória; (3) um painel que mostre a cadeia classificada por risco, em vez de uma planilha que ninguém abre. O ciclo cobre todo o ciclo de vida do terceiro - pré-seleção, due diligence de pré-contratação, reavaliações periódicas e monitoramento.
O papel da Tripla
A Tripla oferece TPRM em três ofertas modulares - Estruturação, Avaliação Contínua e Plataforma -, que podem ser combinadas. A plataforma Autoritas TPRM entra em operação em 4 a 8 semanas e atende clientes com dezenas a milhares de terceiros monitorados; o critério de inclusão é criticidade, não volume bruto.
Perguntas frequentes
Quanto tempo leva para a plataforma TPRM entrar em operação?
Na Tripla, a plataforma Autoritas TPRM fica operacional em 4 a 8 semanas. A Estruturação completa do programa leva de 12 a 20 semanas, dependendo do porte e da complexidade da cadeia.
Quantos terceiros a plataforma consegue monitorar?
A plataforma Autoritas TPRM escala horizontalmente e atende clientes com dezenas a milhares de terceiros monitorados. O critério de inclusão é criticidade, não volume bruto.
