Como fazer a gestão de riscos de terceiros na construção?
Na construção, a gestão de riscos de terceiros (TPRM) lida com empreiteiros e subcontratados em relação intermitente e alto volume de mobilização. O risco se concentra no acesso físico às instalações, no vínculo da cadeia de subcontratação e na documentação trabalhista e de segurança do trabalho, e exige pré-qualificação forte e cadastro contínuo.
O que torna a construção um caso difícil de TPRM
Empreiteiros e subcontratados são o caso mais difícil de TPRM porque a relação é intermitente, o volume é alto e o risco muda a cada obra ou contrato. Além disso, qualquer falha de terceiro pode virar responsabilidade da empresa contratante - por exemplo, sob a Lei Anticorrupção (Lei 12.846/2013) e a LGPD.
Como estruturar o programa para a cadeia de obras
O programa segue o mesmo ciclo das demais categorias de terceiro: pré-qualificação na entrada, avaliação contínua durante o contrato e trilha de evidências para auditoria. O que muda é a classificação de criticidade, que considera acesso a instalações, exposição de dados e o vínculo trabalhista da cadeia. A Estruturação da Tripla passa por quatro etapas: Assessment (diagnóstico do processo atual), Reformulação (política, critérios e matriz de riscos), Reestruturação (fluxo e implantação da plataforma Autoritas TPRM) e Aculturamento (treinamento).
O papel da Tripla
A Tripla estrutura o programa, executa as avaliações e opera a plataforma Autoritas TPRM, que mantém o cadastro de empreiteiros vivo entre contratos. A dimensão Integridade do TPRM Tripla foi desenhada para a responsabilidade objetiva da Lei Anticorrupção.
Perguntas frequentes
Quais riscos de terceiros são mais comuns na construção?
Pelo que o programa TPRM da Tripla considera, os pontos de concentração são o acesso físico a instalações, o vínculo da cadeia de subcontratação e a documentação trabalhista e de segurança do trabalho.
