Por que DLP enterprise ainda é difícil em 2026
DLP nunca foi plug-and-play. Falsos positivos cansam o usuário e levam ao desligamento das políticas; falsos negativos passam o vazamento real. A diferença entre DLP que funciona e DLP que vira teatro de segurança está em três coisas: classificação prévia dos dados (saber o que proteger), política conectada à realidade do negócio (vendas precisa enviar contrato, então a regra não pode bloquear tudo) e operação contínua de tuning. Sem essas três, DLP entrega ruído.
Quando DLP é obrigatório
LGPD saúde com prontuário eletrônico em SaaS; PCI DSS 4.0 em processadora; BACEN 4.658 em instituição financeira; contratos com cláusula de confidencialidade forte; histórico de vazamento por insider. Em qualquer destes cenários, DLP é controle de base — não opcional.
Como a Tripla atua nesse tema
A Tripla opera DLP Forcepoint em produção para clientes regulados (saúde, financeiro, jurídico) e DLP nativo M365 Purview para clientes Microsoft-first. O pacote inclui descoberta e classificação de dados, desenho de políticas por papel e processo, integração com IAM Okta e Autoritas (DPO as a Service), operação contínua de tuning e relatórios formatados para LGPD/ANPD.
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