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    Phishing, smishing, vishing e deepfake·PhishX + Tripla

    Simulação de phishing que mede o risco real, não a teoria.

    Saber a taxa real de clique da sua empresa é diagnóstico, não palpite. A Tripla opera simulações contínuas com a plataforma PhishX: cenários brasileiros realistas, omnichannel e com resposta integrada ao SOC.

    SimularMedirTreinarResponder

    Definição

    O que é uma simulação de phishing?

    Simulação de phishing é o envio controlado de mensagens fraudulentas falsas para medir o comportamento real dos colaboradores diante de um ataque. Não é teste de conhecimento: é medida de risco. Quem clica, quem reporta, quem ignora, cada ação vira indicador de gestão e gatilho de treino imediato.

    Quando rodada de forma contínua e omnichannel (e-mail, WhatsApp, SMS, Teams, voz), substitui o palpite por dado: a empresa passa a saber sua taxa real de clique, sua taxa real de reporte e onde estão as áreas mais expostas, antes que um atacante real descubra.

    Cenários brasileiros

    Cenários que reproduzem os golpes reais do Brasil.

    Templates locais com gatilhos brasileiros: boleto, BACEN, RH, fornecedor recorrente, fraude executiva e QR code. A IA generativa da PhishX personaliza tom, idioma, marca e contexto por persona, área e nível de maturidade, o que era genérico vira específico.

    Boleto falso

    Cobrança brasileira clonada de fornecedor real, com QR PIX e linha digitável. Persona-alvo: financeiro, contas a pagar, sócios de pequeno e médio porte.

    Falso RH (currículo e folha)

    Currículo em anexo malicioso, link de holerite e comunicado de benefícios. Persona-alvo: RH, gestores, qualquer colaborador na janela de admissão e demissão.

    Falso BACEN / compliance

    Comunicado regulatório urgente exigindo aceite e atualização de cadastro. Persona-alvo: compliance, jurídico, mesa de operação, executivos de instituição financeira.

    CEO fraud (urgência do executivo)

    Pedido urgente em nome do CEO ou CFO para transferência ou troca de fornecedor. Persona-alvo: financeiro, secretariado executivo, jurídico, controladoria.

    Falso fornecedor com troca de conta

    Comunicado de fornecedor real informando nova conta bancária para pagamentos recorrentes. Persona-alvo: contas a pagar, suprimentos, financeiro.

    QR code malicioso

    Cartaz, e-mail ou WhatsApp com QR code que leva a página de credencial clonada. Persona-alvo: chão de fábrica, varejo, loja física, atendimento em campo.

    Omnichannel

    Muito além do e-mail: smishing, vishing, deepfake e browser.

    Foram 553 milhões de tentativas de phishing bloqueadas no Brasil em 12 meses (Kaspersky, 2025), alta de 80%. Deepfakes de voz e vídeo romperam o “ver para crer”. O ataque chega por WhatsApp, voz e Teams; o treino precisa estar onde a fraude está.

    WhatsApp

    Smishing pelo canal mais usado no Brasil.

    SMS

    Mensagens curtas com link encurtado e gatilho de urgência.

    Microsoft Teams

    Mensagem direta e convite suspeito dentro do colaborativo.

    Slack

    Mensagem direta e webhook falso em canais corporativos.

    Google Chat

    Spaces e DMs com link e arquivo malicioso.

    Telegram

    Convite, link e arquivo enviados por contato falso.

    Discord

    Convite, DM e link para servidores de credenciais falsas.

    Workvivo

    Comunicado interno simulado em plataforma de engajamento.

    Voz (vishing) e deepfake

    Ligação imitando suporte, banco ou executivo, com voz sintetizada por IA.

    Navegador

    Site clonado, anúncio patrocinado falso e captura de credencial via browser.

    Ciclo operado

    Da simulação à resposta: o ciclo completo.

    Simulação isolada vira evidência. Ciclo completo vira programa. A Tripla opera as quatro etapas de forma contínua, conectando a plataforma PhishX ao Cyber Watch, o reporte do colaborador deixa de ser e-mail esquecido e passa a ser sensor do SOC.

    1. Etapa 1

      Simular

      Baseline não comunicado para medir o comportamento real por área, papel e nível hierárquico. Cenários brasileiros, omnichannel, com IA generativa adaptando conteúdo por persona.

    2. Etapa 2

      Medir

      Taxa de clique, taxa de reporte, tempo médio de reação, reincidência por persona e benchmark setorial. Métrica granular por colaborador, agregada por área para o board.

    3. Etapa 3

      Treinar

      Quem caiu recebe trilha imediata de microlearning de 3 a 5 minutos, no momento do erro. Quem reportou entra em ranking positivo. Conteúdo adaptado por persona e maturidade.

    4. Etapa 4

      Responder

      Reporte de phishing real (não simulado) vira incidente investigado pelo Cyber Watch 24x7. Triagem, contenção e bloqueio em minutos. Conscientização vira sensor de detecção.

    Entregáveis

    O que você recebe em cada campanha.

    Cada campanha de simulação entrega cinco pacotes objetivos, para o board, para o CISO, para a auditoria e para o plano do próximo trimestre. Nada de relatório arquivado: tudo conecta métrica a ação.

    Relatório executivo por área e persona

    Taxa de clique, taxa de reporte e tempo de reação por área, papel funcional e persona. Linguagem de gestão, pronta para CISO, COO, RH e auditoria.

    Ranking de risco humano

    Posicionamento por área, persona e unidade de negócio, com identificação das exposições críticas e priorização clara para o próximo trimestre.

    Evolução histórica

    Comparação trimestre a trimestre, ano contra ano e contra benchmark setorial. KPI estável para reunião de board e comitê de risco.

    Recomendações priorizadas

    Plano de ação enxuto: o que treinar, em qual área, com que intensidade e em qual ordem. Nada de relatório arquivado.

    Evidência auditável

    Documentação rastreável para LGPD, ISO 27001, BACEN, ANS e SOX. Auditor recebe trilha completa de campanha, treino, métrica e plano de ação.

    Perguntas frequentes

    Simulação de phishing em perguntas diretas.

    Com que frequência rodar simulações de phishing?

    O padrão recomendado é simulação contínua, com pelo menos uma campanha mensal segmentada por persona e cenários variados ao longo do ano (phishing, smishing, vishing, deepfake, CEO fraud, QR code). Simulação trimestral ou anual não gera mudança de comportamento, apenas evidência pontual.

    A simulação não comunicada é permitida pela LGPD?

    Sim, quando alinhada à política interna e à finalidade de proteção do negócio. A LGPD não exige aviso prévio para teste de segurança quando o tratamento se baseia em legítimo interesse de segurança da informação, desde que haja documentação, governança e dados tratados com finalidade limitada e proporcional ao risco.

    O que é taxa de clique aceitável?

    Empresas sem programa contínuo costumam apresentar 25-40% de clique em phishing simulado. Com HRM operado por 6 a 9 meses, a faixa esperada cai para 5-12%, acompanhada de aumento da taxa de reporte ativo acima de 25%. Não existe número universal: o que importa é a evolução medida contra a própria linha de base.

    Vocês simulam ataques por WhatsApp e voz?

    Sim. A PhishX é omnichannel: simulações por e-mail, WhatsApp, SMS, Microsoft Teams, Slack, Google Chat, Telegram, Discord, Workvivo, navegador e voz (vishing), inclusive com deepfake gerado por IA. O ataque real não chega só por e-mail e o treino também não.

    Como o reporte do colaborador vira detecção?

    Ao reportar um phishing real (não simulado) via PhishX, o evento é enviado direto ao Cyber Watch, nosso SOC/MDR 24x7. Triagem, validação, bloqueio do remetente e comunicação à empresa ocorrem em minutos. Cada colaborador treinado passa a operar como sensor de detecção precoce.

    Próximo passo

    Solicite o baseline gratuito de phishing da sua empresa.

    A Tripla executa uma simulação inicial não comunicada e entrega, em até 5 dias úteis, o mapa real de risco humano, taxa de clique, taxa de reporte, ranking por área e plano editorial dos primeiros 90 dias.