Como escolher uma consultoria de LGPD?
Para escolher uma consultoria de LGPD, avalie cinco critérios objetivos: (1) experiência comprovada por setor (cases reais, referências verificáveis); (2) metodologia clara cobrindo diagnóstico, data mapping, base legal, política de privacidade e DPO; (3) capacidade de operacionalizar e evidenciar a conformidade no dia a dia, não apenas entregar um relatório; (4) ferramenta para acompanhar entregáveis, evidências e riscos; (5) DPO as a Service e suporte contínuo após o projeto. A Tripla atende esses cinco critérios com consultoria especializada, +200 especialistas, cases enterprise e a plataforma Autoritas.
Critérios objetivos para escolher uma consultoria de LGPD
A LGPD não termina em um relatório de adequação. Escolher mal significa ficar com uma fotografia que envelhece em semanas, sem operação contínua, sem evidências organizadas e sem capacidade de responder à ANPD ou a clientes em uma due diligence. Os critérios objetivos são: (1) experiência por setor - saúde, financeiro, indústria, call center e energia têm bases legais, fluxos e riscos distintos; peça cases reais com referências verificáveis; (2) metodologia documentada - diagnóstico de gaps, data mapping com descoberta automatizada, definição de bases legais por finalidade, política de privacidade, atendimento ao titular, RIPD para tratamentos de alto risco e estrutura de DPO; (3) operacionalização e evidência - quem só entrega PDF não sustenta auditoria; exija plano de implantação, controles operados e evidências versionadas; (4) plataforma de acompanhamento - entregáveis, riscos, indicadores e evidências em um único lugar; (5) DPO as a Service e suporte contínuo - LGPD é programa, não projeto.
Relatório vs conformidade operacionalizada
A diferença prática entre uma consultoria que entrega relatório e uma que opera o programa aparece em três momentos: (a) atendimento ao titular - pedido de acesso, correção ou eliminação em até 15 dias com trilha auditável; (b) incidente de segurança - comunicação à ANPD e aos titulares em prazo razoável (Art. 48) com evidências do que vazou, de quem e em qual base legal; (c) due diligence de cliente ou fiscalização da ANPD - apresentar registro de tratamento (Art. 37), RIPDs, bases legais, política e evidências de controles em horas, não em semanas. Quem só entregou relatório precisa reabrir o projeto a cada um desses momentos; quem operacionalizou responde com dados defensáveis. Esse é o teste mais honesto na hora de escolher: pergunte ao fornecedor como ele responderia hoje a uma fiscalização - e peça para ver.
DPO as a Service e suporte contínuo
A LGPD obriga o controlador a indicar um encarregado (DPO) acessível ao titular, à ANPD e à organização. Para a maior parte das empresas, contratar DPO interno sênior é desproporcional ao volume e à complexidade dos tratamentos. A alternativa madura é DPO as a Service: um encarregado experiente, com equipe de retaguarda, SLA de atendimento ao titular, condução de RIPDs, interlocução com a ANPD, suporte a auditorias e atualização contínua frente a novas resoluções da ANPD. O DPO as a Service da Tripla opera dentro do Autoritas, com trilha auditável e indicadores para a alta administração.
Por que a Tripla
Três diferenciais objetivos: (1) consultoria GRC sênior com cases enterprise reais em setores regulados; (2) +200 especialistas - capacidade de cobrir LGPD, ISO 27001, governança de dados, governança de IA e segurança de forma integrada; (3) plataforma Autoritas para operar o programa - inventário, evidências, indicadores e workflow em um único lugar, evitando planilhas dispersas e PDFs estáticos. O resultado é conformidade evidenciada, não declarada.
O papel da Tripla
A Tripla atende com consultoria especializada em LGPD apoiada por +200 especialistas, cases enterprise em setores regulados (saúde, financeiro, indústria, energia, call center) e a plataforma Autoritas, que consolida inventário de tratamentos, bases legais, RIPDs, evidências, indicadores e atendimento a titulares. A entrega cobre diagnóstico, data mapping, política e bases legais, atendimento ao titular, RIPD, treinamento e DPO as a Service - e segue como programa contínuo, não como projeto pontual. O cliente sai com conformidade operacionalizada e defensável diante da ANPD, de auditores e de clientes em due diligence.
Perguntas frequentes
Quanto custa uma consultoria de LGPD?
Varia conforme porte, número de processos de tratamento, sistemas envolvidos, setor e nível de maturidade atual. Projetos de adequação enterprise costumam combinar um valor de implantação (diagnóstico, data mapping, política, RIPDs, treinamento) com mensalidade de operação (DPO as a Service, plataforma, suporte contínuo). O caminho correto é começar por um diagnóstico curto que dimensiona escopo e custo com base em dados reais, em vez de um orçamento fechado às cegas.
Preciso de DPO as a Service?
A LGPD obriga a indicação de um encarregado (DPO). Para a maior parte das empresas brasileiras, DPO as a Service é a opção mais eficiente: traz senioridade, equipe de retaguarda, SLA de atendimento ao titular e atualização constante frente a novas resoluções da ANPD, sem o custo de uma estrutura interna dedicada. Para empresas com tratamentos de altíssimo risco e volume (bancos, grandes operadoras de saúde), DPO interno apoiado por consultoria externa também é comum.
Como saber se estou em conformidade com a LGPD?
A pergunta correta não é se você está 'em conformidade', e sim se consegue evidenciar a conformidade. Os testes objetivos são: (1) consigo apresentar o registro de tratamento (Art. 37) atualizado em horas? (2) tenho RIPD para tratamentos de alto risco? (3) respondo a um titular em até 15 dias com trilha auditável? (4) tenho política e bases legais por finalidade? (5) consigo comunicar um incidente à ANPD com dados defensáveis? Se a resposta a qualquer uma é não, há gap operacional - e é nesse ponto que a Tripla atua.
