Os 7 pilares da arquitetura Zero Trust
A arquitetura Zero Trust (ZTA) repousa em 7 pilares operacionais: (1) Identidade — autenticação forte (MFA) e gestão de ciclo de vida; (2) Devices — postura de segurança verificada antes do acesso; (3) Rede — microsegmentação e least privilege; (4) Aplicações — autenticação e autorização contínuas, monitoramento de comportamento; (5) Dados — classificação, criptografia em trânsito e repouso, DLP; (6) Visibilidade e analytics — logs centralizados, correlação de eventos, threat intel; (7) Automação e orquestração — resposta automatizada a anomalias. Implementar ZTA não é projeto de 90 dias — é jornada de 18-36 meses dependendo da maturidade base.
Zero Trust na prática vs VPN tradicional
Cenário tradicional: colaborador conecta VPN, entra na "rede confiável" da empresa e acessa qualquer sistema. Se o endpoint dele estiver comprometido, o atacante tem livre trânsito lateral. Cenário Zero Trust: o mesmo colaborador autentica via SSO+MFA, o device dele é avaliado quanto a patch level, EDR ativo e ausência de comprometimento, e cada acesso a aplicação é concedido individualmente conforme política contextual. Se o device cai em comprometimento durante a sessão, o acesso é revogado em tempo real. ZTNA (Zero Trust Network Access) é a evolução do VPN: cada sessão é uma microconexão criptografada e contextual, não túnel persistente para uma rede inteira.
Zero Trust com Cloudflare One via Tripla
A Tripla é o único MSSP Cloudflare Platinum no Brasil e único ASDP (Authorized Service Delivery Provider) do país, especializado em Cloudflare One — plataforma SASE/ZTNA que entrega Zero Trust completo: ZTNA, SWG, CASB, Browser Isolation e DLP. Para empresas que estão começando a jornada, oferecemos workshop de avaliação Zero Trust com radar de maturidade nos 7 pilares e roadmap priorizado de 18-36 meses.
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