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    Infraestrutura

    Quase metade do tráfego do seu site não é humano, e isso custa dinheiro

    18/10/20266 min de leituraPor Tripla

    Segundo o mais recente Threat Insights Report da Fastly, que analisou trilhões de requisições em sua rede global, bots já respondem por 49% de todo o tráfego web, praticamente empatados com o tráfego humano (51%). Mais grave: 99% desse tráfego de bot é indesejado (scrapers, impostores de bots legítimos, ataques automatizados), e apenas 1% é verificado e bem-vindo. O dado mais caro de todos: 60% do tráfego que chega direto na origem (ou seja, sem passar pelo cache) também vem de bots. Isso muda a forma como empresas deveriam pensar sobre performance, custo de infraestrutura e segurança.

    Os números que mudam a conversa

    • 49% de todo o tráfego web já é bot, quase empatado com o tráfego humano (51%)
    • 99% do tráfego de bot é indesejado: scrapers, impostores, automação maliciosa
    • Apenas 1% dos bots são verificados e desejados (uma fatia pequena, mas de alto impacto, inclui bots de IA legítimos)
    • 60% do tráfego que chega direto na origem (sem passar por cache) vem de bots

    Por que isso é mais sobre custo do que parece

    Tráfego de bot que bate direto na origem (pulando o cache) é o tipo mais caro de tráfego que uma empresa pode receber: cada requisição consome capacidade de servidor, banda e, em arquiteturas de nuvem com cobrança por uso, dinheiro real. Com 60% do tráfego de origem vindo de bots, boa parte da conta de infraestrutura de muitas empresas está sendo paga para servir tráfego que nunca deveria ter chegado até ali.

    O risco de "parecer legítimo"

    Bots não costumam se anunciar como maliciosos. Muitos imitam o comportamento de bots legítimos (crawlers de busca, monitoramento), o que torna bloqueio simples por lista insuficiente: é preciso diferenciar intenção e identidade, não só reconhecer um padrão óbvio de ataque.

    O que fazer na prática

    Gerenciar bot não é só bloquear o óbvio: é diferenciar o 1% verificado e desejado do resto, e aplicar essa inspeção tanto no conteúdo em cache quanto no tráfego que vai até a origem, já que é ali que o custo e o risco realmente se concentram.

    Conexão com a Fastly

    A Fastly, com quem a Tripla é parceira principal no Brasil para CDN e proteção de aplicações web, atua exatamente nesse ponto: bot management e WAF operando na borda da rede, na frente tanto do conteúdo em cache quanto do tráfego que seguiria até a origem. Conheça a solução de WAF e CDN com a Fastly.

    Perguntas frequentes

    De onde vêm esses números sobre tráfego de bot?

    Do Threat Insights Report da Fastly, que analisa trilhões de requisições reais na rede global da empresa.

    Todo tráfego de bot é ruim?

    Não, 1% é verificado e desejado (crawlers de busca legítimos, por exemplo, e bots de IA autorizados). O problema é o outro 99%: scrapers, impostores e automação maliciosa.

    Por que tráfego de bot na origem é mais caro que na borda?

    Porque pula o cache: cada requisição consome capacidade real de servidor e banda, em vez de ser respondida por uma cópia já armazenada na borda da rede.

    Como a Fastly ajuda a resolver isso?

    Com bot management e WAF operando na borda, diferenciando tráfego verificado de não verificado antes que ele chegue à origem, reduzindo tanto risco de segurança quanto custo de infraestrutura.

    Fonte: "Nearly Half the Web Isn't Human: Inside Fastly's Threat Insight Report", Fastly (fastly.com/blog).

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    Tags:CDNGestão de botsinfraestrutura de TI

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