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    Cibersegurança no setor público: o que o Brasil debateu na RSA Conference 2025

    10/06/20253 min de leituraPor Hugo Bär
    Cibersegurança no setor público: o que o Brasil debateu na RSA Conference 2025

    Quatro anos consecutivos participando da RSA Conference nos ensinaram uma lição importante: tão necessário quanto acompanhar novas tecnologias é escutar de perto os líderes que estão definindo os rumos da cibersegurança global. 

    Neste ano, estivemos novamente em San Francisco ao lado de nossos clientes, acompanhando as discussões da RSA Conference 2025, guiadas pelo tema Many Voices, One Community

    Entre os momentos mais relevantes da agenda, participamos da mesa-redonda “Diálogo Cibernético de Alto Nível no Brasil: avançando a agenda nacional de segurança digital”, realizada no bloco CISO LATAM – AI, Cybersecurity and Geopolitical Perspectives.  

    O encontro reuniu representantes do setor público, lideranças políticas e executivos de tecnologia. A discussão trouxe insights essenciais sobre o futuro da cibersegurança no setor público. 

    Na sequência, compartilho os principais tópicos discutidos com vocês.  

    A cibersegurança no setor público em foco 

    A mesa contou com a presença de André Molina, Secretário de Segurança Cibernética e da Informação do GSI Brasil, além dos senadores Esperidião Amin, Sérgio Moro, Jorge Seif Júnior, Chico Rodrigues e Marcos Pontes. 

    O debate mostrou como a segurança digital no governo vem ganhando prioridade institucional. Uma das iniciativas mais mencionadas foi a criação da Frente Parlamentar de Cibersegurança, reforçando a necessidade de políticas públicas integradas, modernas e com participação ativa do setor privado. 

    Propostas práticas para fortalecer a segurança digital no governo 

    Entre os temas debatidos, uma das propostas centrais foi a criação de um Information Sharing and Analysis Center (ISAC) brasileiro, inspirado nos Fusion Centers dos Estados Unidos. A ideia é facilitar o compartilhamento estruturado de informações entre órgãos públicos e entidades privadas, elevando o nível de proteção de dados e resposta a incidentes. 

    Também se discutiu a criação de uma agência nacional de cibersegurança, nos moldes da CISA americana, e a adoção de modelos de financiamento compartilhado para viabilizar projetos em áreas críticas como saúde, energia e justiça — todos altamente expostos a riscos digitais. 

    Uma das mensagens centrais do momento foi a de que o Brasil precisa de uma política de segurança digital coordenada, moderna e com participação ativa do setor privado. 

    Esse ponto nos chama atenção para o papel que a Tripla pode exercer na realidade brasileira, contribuindo para que essas políticas saiam do papel com apoio técnico qualificado.  

    Como empresa comprometida em oferecer soluções de cibersegurança em conformidade com as legislações mais atualizadas, seguimos atentos às direções do setor e preparados para apoiar essa construção de forma prática e responsável. 

    Preparar pessoas para proteger instituições 

    Além da estrutura institucional, o debate também trouxe à tona a necessidade de formar profissionais capacitados para lidar com os novos desafios da segurança da informação no setor público, como inteligência artificial, computação quântica e estratégias de defesa ativa.  

    Houve consenso sobre a importância de revisar currículos, fortalecer centros de formação e criar caminhos estruturados de capacitação. 

    A atuação da Tripla com o setor público 

    Participar desse debate foi especialmente relevante para a Tripla. Além do nosso compromisso com a evolução da cibersegurança no Brasil, hoje contamos com uma divisão especializada no atendimento ao setor público

    Essa estrutura é formada por profissionais com experiência nas rotinas e exigências do governo, o que nos permite compreender e atender com mais precisão os desafios técnicos, operacionais e regulatórios enfrentados por órgãos públicos. 

    Nosso portfólio cobre desde soluções de infraestrutura de TI e resiliência cibernética, até proteção de dados em órgãos públicos, sempre com foco em disponibilidade, proteção e conformidade.  

    Por isso, acompanhar de perto como o setor público está se mobilizando em torno da cibersegurança foi valioso para reforçar nossa expertise e alinhamento com essas demandas. 

    Assim como o tema do evento este ano, acreditamos que segurança digital se constrói em comunidade — e seguimos prontos para contribuir com a proteção das instituições, empresas e cidadãos brasileiros. 

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    Tags:Ameaças cibernéticasCibersegurançaVendas governamentais

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